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Conselho flagra aluno atuando como dentista em prefeitura … – Cada Minuto (liberação de imprensa)


Três casos foram registrados; denúncias foram encaminhados para o MPE e Polícia Civil

Crédito: Assessoria


Alunos de odontologia de são flagrados em exercício ilícito da profissão em Alagoas

O Conselho Regional de Odontologia (CRO-AL) recebeu graves denúncias de que alunos de odontologia estavam exercendo de forma ilegal a profissão em Alagoas. Nas últimas semanas foram flagrados três casos, um em Maceió, outro em Arapiraca e um aluno que era contratado pela prefeitura de Santa Luzia do Norte e atuava como dentista no município.

O Conselheiro Presidente do CRO, João Alfredo Tenório Lins Guimarães, disse que todos os flagrantes ocorreram após denúncias anônimas. O caso mais grave foi identificado em Santa Luzia do Norte, onde o aluno de odontologia foi flagrado atuando contratado pela prefeitura. A ilegalidade só foi descoberta porque o estudante mesmo não tendo concluído a graduação e ser habilitado para o exercício de suas funções, emitia atestados.

“Uma empresa de telemarketing questionou a quantidade de atestados que recebeu desse dentista e foi quando descobrimos que ele era estudante. O caso já foi encaminhado para o Ministério Público do Estado e para a Polícia Civil para que as devidas providências sejam tomadas. Ele foi afastado de suas funções no município nós também já comunicamos o caso a instituição de ensino que ele pertence para que ela também adote medidas”, disse.

Já no caso flagrado em Arapiraca, o CRO chegou até a aluna que atuava de forma irregular por conta de anúncios feitos por ela em seu perfil no Instagram. O Conselho também flagrou alunos oferecendo alguns serviços duvidosos, como clareamento dentário em domicílio.

“Quando uma pessoa chega num consultório e vê uma pessoa paramentada com jaleco e as pessoas a chamando de doutor, ela não tem como saber se é um profissional ou não e isso é muito perigoso. Nós temos locais adequados para fazer os procedimentos e por serem alunos, eles não poderiam fazer tais serviços, é ilegal”, alertou.

Além de sanções administrativas junto às instituições de ensino, os alunos flagrados pelo Conselho devem responder criminalmente perante a Polícia e o Poder Judiciário. Já os responsáveis por clínicas ou consultórios, que acobertam esses alunos ou qualquer pessoa não habilitada em exercício ilícito da odontologia, incorrem no mesmo crime, disse o CRO.

Guimarães disse que a população pode confirmar se está sendo atendido por profissional habilitado entrando em contato com o CRO-AL através do fone 3221-1726 ou através da página do Conselho na internet (www.croal.org.br).

“Nós estamos inclusive realizando um trabalho junto às instituições de ensino que ofertam o curso de Odontologia no estado para que sejam tomadas as devidas providências, pois não é só se formar e pegar o diploma”, completou.



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Dentista usava consultório para vender droga no DF – Globo.com


Policiais encontraram suspeito com ‘skunk’ no bolso do jaleco. Segundo delegado, dentista vendia maconha geneticamente modificada para clientes de Águas Claras e Taguatinga.

Delegado da Coordenação de Repressão às Drogas (Cord), Rodrigo Bonach (Foto: Beatriz Pataro)Delegado da Coordenação de Repressão às Drogas (Cord), Rodrigo Bonach (Foto: Beatriz Pataro)

Delegado da Coordenação de Repressão às Drogas (Cord), Rodrigo Bonach (Foto: Beatriz Pataro)

Um cirurgião dentista que vendia Skunk – um tipo de maconha modificada geneticamente –, dentro do próprio consultório em Vicente Pires, foi preso pela Polícia Civil do Distrito Federal nesta quarta-feira (21). De acordo com os policiais, ele tinha acabado de realizar uma venda e ainda guardava duas porções da droga no bolso do jaleco .

A Polícia Civil batizou a operação de Odontalgia, que significa dor de dente. Conforme a investigação, o tráfico acontecia no consultório, nos arredores da clínica e na casa do dentista, em Águas Claras. O trabalho dos policiais começou há dois meses, quando um estudante de aviação foi detido em Taguatinga com um quilo de Skunk.

“O que nos preocupa é a tendência de profissionais liberais estarem promovendo o tráfico”, disse o delegado da Coordenação de Repressão às Drogas (Cord), Rodrigo Bonach. A polícia ainda não sabe se havia relação entre o dentista e o estudante de aviação, mas disse que “provavelmente os dois suspeitos pegavam a droga do mesmo fornecedor”.

Skunk apreendido com o dentista (Foto: Beatriz Pataro)Skunk apreendido com o dentista (Foto: Beatriz Pataro)

Skunk apreendido com o dentista (Foto: Beatriz Pataro)

No carro do cirurgião-dentista, foi encontrada mais uma porção de skunk e na casa dele os policiais apreeenderam uma faca, que seria usava para cortar a droga, uma balança de precisão e dinheiro. A polícia também deteve o homem que havia acabado de comprar a droga, ele confirmou que o fornecedor era o dentista. Ao todo, foram apreendidos 70 gramas de skunk avaliado em R$ 1.400.

O dentista foi levado para a Cord e encaminhado para exame toxicológico, para ver se estava sob efeito de algum entorpecente. Segundo a polícia, não foi encontrado nenhum antecedente criminal contra ele que irá responder por tráfico de drogas e pode pegar de 5 a 15 anos de prisão. Também é possível que ele perca o registro da profissão no Conselho Federal de Odontologia, afirmou Bonach.



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Estomatite aftosa recorrente: doença incomoda principalmente … – Portal Nacional de Seguros


Estomatite aftosa recorrente é o nome de uma doença comum, que acomete a cavidade oral, e atinge principalmente jovens entre 10 e 19 anos – embora possa surgir em qualquer fase da vida de um indivíduo, inclusive em bebês. Trata-se de uma condição muito dolorosa, já que há presença de múltiplas aftas na mucosa interna da boca – o que impede o paciente de se alimentar adequadamente e, em alguns casos, costuma favorecer episódios de febre. O período mais crítico costuma durar entre sete e dez dias.

Apesar de ser muito comum, as causas da estomatite ainda são incertas. Por isso, o tratamento visa ao alívio do paciente no que se refere à dor, bem como tentar aumentar os períodos livres da doença e acelerar o processo de cura das aftas. De acordo com Luiz Alexandre Thomaz, professor de pós-graduação em Estomatologia e Patologia Bucal da FAOA – Faculdade de Odontologia da APCD (Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas), a estomatite pode resultar de fatores genéticos, bem como da deficiência de ferro, vitamina B12 e ácido fólico. Também pode ser causada por estresse, traumas, doença celíaca e uso de determinados medicamentos.

“As aftas, ou úlceras, se formam geralmente na mucosa da face interior dos lábios e da bochecha, bem como na língua, na parte posterior do céu da boca e inclusive no começo da garganta. São pequenas, rasas, arredondadas, e têm coloração amarelo-acinzentada com bordas vermelhas. Num quadro de estomatite aftosa, é comum que se formem grupos de três ou quatro úlceras por local. Apesar de desaparecerem entre dez dias e duas semanas, o paciente precisa contar com um cirurgião-dentista para que, depois do diagnóstico, possa ter algum alívio ao incômodo intenso. Além de analgésicos e antitérmicos, o especialista poderá prescrever corticosteroides tópicos, medicamentos para fortalecer o sistema imunológico, além de enxaguantes bucais que ofereçam algum alívio à dor. Há pacientes que podem se beneficiar inclusive da suplementação com vitaminas B1, B2, B6 e B12, além de ácido fólico ou ferro”, diz Thomaz.

O especialista afirma que, como a produção de saliva protege a mucosa oral, a síndrome de boca seca (xerostomia) é outro fator que predispõe à estomatite. Sendo assim, pessoas com mais de 60 anos – que geralmente produzem metade da saliva de um jovem – têm de estar atentas para o surgimento de aftas recorrentes. Em determinados casos, seu médico poderá promover a substituição de um medicamento por outro, que não predisponha o paciente às inflamações e ulcerações bucais. Pessoas que fizeram quimioterapia, bem como portadores do vírus HIV (Aids), também têm risco aumentado para estomatite. “É sempre muito importante que pacientes que sofrem de estomatite aftosa recorrente sejam acompanhados por uma equipe multidisciplinar, já que essa condição é influenciada por vários fatores, às vezes associados a outras doenças. De todo modo, em mais de 40% dos casos, fatores genéticos estão envolvidos”.

Fonte: Prof. Dr. Luiz Alexandre Thomaz, professor de pós-graduação em Estomatologia e Patologia Bucal da FAOA – Faculdade de Odontologia da APCD (Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas) – www.faoa.edu.br

 



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